“A corda só arrebenta do lado mais fraco”, diz radialista Edy Lima

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Radialista Edy Lima. Foto: divulgação.
O Licenciamento ambiental para regularizar a atividade não é liberada devido a pressão internacional do Greenpeace, WWF, USAID dos Estado Unidos, União Europeia, entre outras ONGs que defendem os interesses de seus países de origem

Edy Lima*

Antes de sair querendo ser o dono da verdade facebookeana existente na face da terra, procure conhecer a realidade dos Extrativistas Minerais Familiares, que trabalham 24 horas por dia pra levar o sustento de sua família de forma digna e justa, a cada nascer do sol.

Lembre-se também que essas pessoas são seres humanos, brasileiros cidadãos de bem, são seus irmãos em Cristo e que tem todo o direito previsto em constituição, de explorar as riquezas contidas em seu Pais, desde que tenha uma licença ambiental e claro.

Pra quem não sabe, os Extrativistas Minerais Familiares, estão organizados em uma cooperativa, que possui CNPJ, e atende todos os tramites burocráticos que a legislação exige.

Todo mês cada um deles paga uma taxa para que seu presidente, secretários, tesoureiros, advogados, pastor, padre, pai de santo, budista, macumbeiros e outras entidades se ajoelhem, chore e implore na porta do IBAMA e IPAAM a cada alvorecer de um dia útil da semana, para buscar por essa bendita tal de Licença ambiental.

Licença essa que não é liberada por pressões internacionais, como Greenpeace, WWF, USAID dos Estado Unidos, União Europeia, entre outras inúmeras ONGs, que defendem os interesses de seus países de origem.

Eles querem uma fatia do credito de carbono gerado pela floresta Amazônica, para limpar um pouco da sujeira jogada no planeta por seus países em troca da riqueza do carro de luxo, de seu ar condicionado.

Enfim, da vida de luxo que um cidadão de pais desenvolvido goza, e que eles não abrem mão, nem a pau JUVENAL, mas que não valorizam a Amazônia.

Afinal, ribeirinhos não sequestram gás carbônico, e obvio né colega, mas que está aqui bem antes desse tal de aquecimento global, ser difundido na mídia Parisiense, Francesa e Norte Americana.

Antes de sair defecando no teclado do celular ou computador, não esqueçam que na grande cheia de 2014 em Humaitá, políticos, ONGs preservacionistas, que se dizem ter tanto compromisso para conosco, viraram as costas para a população que ficou sem assistência alguma por parte dessas pessoas.

A população ficou jogada a própria sorte.

Perderam suas casas, suas criações e suas plantações e sua dignidade, pois a água levou tudo, e que foi a partir dessa grande cheia, e que muitos Pais de família resolveram investir o último centavo que lhes restava no bolso, em sua balsa de garimpo, por vários motivos, entre eles, cessar o choro de seu filho que já não tinha o que comer.

Criminalizar os garimpeiros é fácil; difícil mesmo e entender que fechamos nossos olhos, e quando abrimos estávamos cercados de reservas por todos os lados, e junto no pacote do credito de carbono, foi também o povo que mora ali naquela comunidade a várias gerações.

O povo amazônidas e um povo humilde e inocente. Durante as palestras que houve antes da criação das tal reservas para inflar o ego de ambientalistas, foi prometido que SERIAM IMPLANTADO PELO ÓRGÃO AMBIENTAIS, várias alternativas para que o ribeirinho que vive dentro da reserva tivesse uma fonte de renda sem precisar devastar a floresta, como a Samarco fez em minas.

Vou citar alguns como, óleos vegetais, cipós, manejo florestal sustentável, criação de abelhas, manejo do pescado, e algumas outras fantasias que até hoje não sairão da tela do notebook e do data show usados na palestra para enganar o povo humilde inocente e hospitaleiro, que hospedou o ambientalista em sua casa humilde, porem digna com todo amor e caminho, mas que no final foi apunhalado pelas costas pois não encontraram até hoje, uma saída para gerar renda sustentável dentro da reserva, mas a fome não pode esperar, os funcionários públicos dos órgão ambientais, todo mês tem seus salários em suas contas, mais o ribeirinho não, ele tem que dar seus pulos para levar o pão de cada dia para sua família.

Foi então que ontem a revolta e a indignação, transbordou nos amazônidas, pois não suportaram ver seus bens transformados em cinzas em minutos, no porto da casa onde a parteira fez seu parto em sua casa simples, porém digna coberta de palha, na beira do rio em nada desde a infância.

Edy Lima é radialista em em Santo Antônio do Matupi/AM e cedeu gentilmente este artigo à Bronca Popular

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