Presidente da Juventude do PSD dá cala boca em Maluf e diz que o partido aposta em Fávaro para governador

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O presidente da Juventude Estadual do PSD, Felipe Morbeck, não reconhece autoridade no deputado Guilherme Maluf (PSDB) para falar em nome do partido e sustenta que Favaro pode disputar o governo do estado (Foto: reprodução/Facebook)

Teve grande repercussão uma matéria postada aqui, no blog, na última segunda-feira (05), com o título “Maluf, o porta-voz de si mesmo, espalha boatos e tenta encurralar Favaro no berro; seria desespero?”. Deputados estaduais, prefeitos, vereadores e lideranças populares replicaram a postagem nas redes sociais e os debates foram acalorados nos grupos de Whatsapp.

Ao contrário da pequena divergência suscitada por alguns membros do PSD, quanto a conveniência do partido lançar candidato próprio ao governo do estado, a reprimenda ao deputado Guilherme Maluf (PSDB), que se fez passar por porta-voz do PDS e anunciou suposta decisão do vice-governador, foi unânime e enérgica.

O presidente da Juventude Estadual do PSD, Felipe Morbeck, declarou ao blog que o líder do partido, Carlos Favaro, reúne todos os predicados para disputar o governo do estado e realizar uma gestão agregadora, profícua e indutora do desenvolvimento. “É um homem aberto ao diálogo, sensível as questões sociais que tiram o sono dos gestores municipais”, disse Morbeck.

Morbeck lembra que na política e na guerra, quem primeiro morre é a verdade e alerta os militantes do PSD para se imunizarem contra fofocas e intrigas que serão espalhadas nesse momento de rearranjo partidário.

De acordo com o líder da juventude pessedista, a central de boataria, versão moderna do Comitê da Maldade, já estaria funcionando a pleno vapor.  “O objetivo deles é grudar o vice-governador em Taques, para, lá na frente, acusa-lo de traidor, caso aceite os apelos das forças vivas da sociedade e decida disputar o governo ou participar de outra aliança”, avisou Morbeck.

Segundo entende o líder jovem, a única aliança que se faz sob juramento de união até que a morte separe é o casamento, ainda assim, existe a possibilidade de divórcio consensual ou litigioso.

“Coligação partidária é feita para um período determinado de quatro anos. Renová-la ou não, depende do grau de satisfação dos partidos participantes. Será que o PSD tem motivos para continuar na aliança com Taques? Particularmente, entendo que não, mas essa é uma decisão que cabe ao colegiado do partido”, finalizou.

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