Sábado, 25 de Maio de 2019


Quarta-feira, 15 de Maio de 2019, 12h:30 - A | A

APOSENTADORIA DE MARAJÁ

CUT e Sintep marcham em defesa de aposentadoria de marajá para a elite do serviço público

Sem a reforma da Previdência, juízes, promotores de justiça, deputados e senadores terão aposentadoria com salário integral

Da Redação

Reprodução/Bem Notícias

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O protesto em defesa da educação organizado pela CUT, Sintep e partidos de esquerda, que acontece em todo o Brasil, nesta quarta-feira (15) é incoerente, contraditório e prejudicial a comunidade escolar.    

Estudantes e professores foram retirados das salas de aula para engrossar passeata e manifestações contra a reforma da Previdência e o suposto contingenciamento de verbas para custeios das universidades e institutos federais.    

O discurso dos sindicalistas é uma balela.    

Na verdade, a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e os sindicatos a ela filiados defendem aposentadoria com salário de marajá para a elite do serviço público federal, dos estado e de grandes municípios.    

Sem a reforma da Previdência, as categorias mais privilegiadas da República, membros do ministério público federal e estadual, juízes, deputados e senadores continuarão se aposentando com salário integral. Já o trabalhador, por força de lei, sempre será aposentado dentro do teto estabelecido pela seguridade social.      

Outra bazofia é dizer que o Ministério da Educação pretende cortar 30% do orçamentos das universidades e institutos federais. O contingenciamento será de apenas 3,5% no percentual de 20% do orçamento que reitores e diretores poderiam gastar discricionariamente.    

O Corte anunciado pelo MEC vale apenas a partir do segundo semestre e afeta apenas áreas não ligadas diretamente a educação. Haverá dinheiro para custeio dos chamados eventos culturais de conteúdo ideológico e, não raro, de apelo sexual ou de depravação moral explicita.

Suspender as aulas nas redes estaduais, municipais e federais de ensino para fazer panfletagem política ideológica de esquerda ou de direita é algo que acarreta prejuízo aos estudantes. Os professores não terão o dia de falta descontado no final do mês e os alunos terão que repor as aulas. Ao final do período letivo, isso reflete na organização das férias com a família.    

Em Tangará da Serra, a manifestação começou pequena e deve terminar menor ainda. O cidadão que trabalha, paga impostos e precisa se esforçar para colocar comida na mesa da família, não pode se dar ao luxo de perder tempo com falatório de esquerdista.    

O PT, PCdoB e CUT, dentre outros partidos de esquerda e movimentos sociais ditaram as regras na política e na economia durante a nefasta e trágica era dos governos Lula e Dilma. Esse pessoal não tem autoridade moral para questionar as medidas propostas pelo governo Bolsonaro.      

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