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POLÍTICA Sexta-feira, 19 de Março de 2021, 08:08 - A | A

19 de Março de 2021, 08h:08 - A | A

POLÍTICA / INCOERÊNCIA

No pico da pandemia, empresários querem reduzir restrições sociais em MT

Da Redação



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Cada vez mais preocupados com as medidas restritivas do governo estadual para conter o avanço da Covid-19, representantes de entidades dos segmentos de eventos de Mato Grosso (Sindieventos-MT), de hotéis, restaurantes e bares do estado (SHRBS-MT) e de Várzea Grande (Shobresvag), com o apoio do presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, e do deputado estadual da base do governo, Dilmar Dal Bosco, se reuniram com o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, para estabelecer novos planos de retomada das atividades econômicas no estado. No ato, o secretário recebeu um documento assinado pelas entidades com sugestões que minimizariam os impactos causados nos segmentos de alimentação, hospedagem e eventos.

São medidas que flexibilizam o horário de funcionamento dos bares e restaurantes, de acordo com o grau de risco apresentado por cada município, e a realização de eventos sociais, corporativos e empresariais. Foram apresentadas, ainda, medidas econômicas nos âmbitos estadual e federal para auxiliar a retomada dos segmentos.

 O presidente da Fecomércio-MT disse que já é preciso pensar no pós-pandemia.

“Precisamos ser reativos, pensar no período pós-pandemia e, então, trabalhar para dar as melhores condições aos que mais estão sofrendo com as atuais medidas restritivas, que permanecem no vermelho. Respeito e sinto muito por aquele que perdeu um ente querido. Estamos fazendo o máximo para preservar vidas e a saúde de todos dentro dos estabelecimentos comerciais”, garantiu ele.

Já para a presidente do Sindieventos-MT, Alcimar Moretti, o poder público precisa transmitir otimismo à classe empresarial para que, assim que a crise sanitária minimizar, ocorra uma célere retomada das atividades comerciais no estado.

“Se o governo não criar um ambiente positivo para o comerciante, todo os segmentos mais afetados pela pandemia não conseguirão trabalhar por um longo tempo, prejudicando a arrecadação do próprio estado”, concluiu.

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