Quarta-feira, 17 de Julho de 2024

POLÍTICA Domingo, 11 de Abril de 2021, 22:40 - A | A

11 de Abril de 2021, 22h:40 - A | A

POLÍTICA / EFICAZ CONTRA COVID-19

Estudo final comprova eficácia de 62,3% da CoronaVac em intervalo maior de 21 dias entre as doses

Segundo artigo científico encaminhado para a revista científica Lancet, a eficácia mínima para casos sintomáticos de Covid-19 atingiu 50,7%, ante os 50,38% informados inicialmente. Os resultados também apontaram que para os casos que requerem assistência



Estudo clínico final sobre a Coronavac divulgado neste domingo (11) mostra que a eficácia da vacina é maior do que nos resultados iniciais divulgados entre dezembro e janeiro. O estudo foi feito pelo Instituto Butantan, que produz a vacina em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.  

Segundo artigo científico encaminhado para revisão e publicação na revista científica Lancet, uma das mais respeitadas do mundo, a eficácia para casos sintomáticos de Covid-19 atingiu 50,7%, ante os 50,38% informados inicialmente. Ou seja, a vacina reduz pela metade os novos registros de contaminação em uma população vacinada.  

Segundo o estudo encaminhando neste domingo, a eficácia da CoronaVac pode chegar a 62,3% com um intervalo de mais de 21 dias entre as duas doses da vacina.  

O estudo diz, no entanto, que a eficácia mínima da vacina já aparece na segunda semana depois da primeira dose.   O índice de eficácia global aponta a capacidade do imunizante de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves.

O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.  

Os resultados também apontaram que para os casos que requerem assistência médica a eficácia da vacina variou entre 83,7% e 100%, quando o estudo preliminar que subsidiou a autorização do uso emergencial do imunizante no país indicava entre 78% e 100%.

Na prática, significa que a CoronaVac tem potencial de: reduzir pela metade (50,7%) os novos registros de contaminação em uma população vacinada; reduzir a maioria (83,7%) dos casos leves que exigem algum cuidado médico.

Para ler a matéria completa, acesse G1/São Paulo

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