Da Redação
A Bronca Popular
O Hospital Municipal Dr. Daércio Oliveira de Moraes, em Nova Xavantina, pode estar enfrentando um grave problema sanitário. Fotos enviadas à redação por um paciente que passou pela unidade mostram baratas circulando livremente nas dependências do hospital, situação que gera preocupação sobre as condições de higiene no local.
Um enxame de baratas. Elas estão por todos os lugares e circulam livremente pelo hospital. Acho que esses insetos podem transmitir doenças e não deveriam estar presentes em um hospital que atende muita gente
“Um enxame de baratas. Elas estão por todos os lugares e circulam livremente pelo hospital. Acho que esses insetos podem transmitir doenças e não deveriam estar presentes em um hospital que atende muita gente”, relatou o paciente, que pediu para não ser identificado por receio de exposição.
A presença de baratas em ambientes hospitalares é considerada grave risco sanitário. Esses insetos podem transportar micro-organismos patogênicos e contaminar superfícies, alimentos, equipamentos e materiais médicos.
Entre os riscos associados estão a transmissão de bactérias, contaminação cruzada, agravamento de infecções hospitalares e exposição de pacientes já debilitados a novos agentes infecciosos.
Especialistas em saúde pública alertam que hospitais devem manter rigoroso controle de pragas, justamente para evitar que insetos atuem como vetores de doenças em ambientes onde circulam pessoas em situação de vulnerabilidade.
Diante da denúncia, cabe à Vigilância Sanitária Municipal realizar fiscalização imediata na unidade. Caso necessário, a Vigilância Sanitária Estadual pode atuar de forma suplementar.
A situação também pode chamar a atenção do Ministério Público Estadual, responsável por zelar pelo cumprimento das normas sanitárias e pela proteção da saúde pública.
Enquanto isso, pacientes e servidores aguardam providências urgentes para garantir condições adequadas de higiene e segurança no hospital. Afinal, em um ambiente destinado a cuidar da saúde, baratas definitivamente não deveriam fazer parte do quadro clínico.







