Da Redação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28/2) a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, aos 86 anos. O anúncio foi feito nas redes sociais, onde Trump classificou o iraniano como “uma das pessoas mais perversas da história” e afirmou que a morte representa “justiça” e uma oportunidade para o povo iraniano “recuperar seu país”.
Até a última atualização, o governo iraniano não havia confirmado oficialmente a morte.
Khamenei comandava o país desde 1989, acumulando poder político e religioso, com palavra final sobre decisões estratégicas, militares e nucleares. Figura central da República Islâmica, manteve postura hostil aos EUA e a Israel e reprimiu duramente opositores internos.
A confirmação ocorre em meio a uma ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano. Segundo a mídia local, os ataques deixaram 201 mortos e 747 feridos.
O complexo residencial de Khamenei, em Teerã, teria sido atingido. Entre os mortos estariam o ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour.
O governo iraniano afirma que 24 das 31 províncias foram bombardeadas e promete retaliação. Teerã declarou ter atingido 14 bases militares americanas na região, incluindo nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Arábia Saudita.
Trump justificou a ofensiva alegando que o Irã rejeitou “todas as oportunidades” de abandonar ambições nucleares e prometeu que os bombardeios continuarão “pelo tempo que for necessário” para alcançar “paz no Oriente Médio”.
O mundo observa com apreensão. A escalada militar amplia o risco de um conflito de proporções imprevisíveis, reacendendo temores de guerra aberta na região mais volátil do planeta.







