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POLÍTICA Sábado, 13 de Junho de 2020, 18:41 - A | A

13 de Junho de 2020, 18h:41 - A | A

POLÍTICA / BARRA DO GARÇAS

Zé Medeiros e Sandro Saggin exigem fiscalização rigorosa na aplicação dos recursos de combate a covid-19

EDÉSIO ADORNO
Da Redação



O deputado federal José Medeiros e o pré-candidato a prefeito de Barra do Garças, Sandro Saggin, gravaram um vídeo em frente à delegacia da Polícia Federal para se comprometerem com a fiscalização rigorosa na aplicação dos recursos liberado pelo Governo Federal para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus nos municípios de Mato Grosso, entre eles, Barra do Garças.  

Medeiros, que é vice-líder do presidente Jair Bolsonaro na Camara dos Deputados, mandou um duro recado para os gestores mão grande. Segundo ele, quase 6% do PIB já foi enviado para cuidar da covid-19. Com receio de desvios de parte dessa grana, o parlamentar recomenda controle eficaz.  

“A gente precisa fazer uma investigação do covidão. Passar prefeituras e governos tudo a limpo. Vamos pedir para a superintendência da Polícia Federal investigar todas as compras, investigar tudo e passar tudo a limpo”, asseverou  

Por sua vez, Sandro Saggin, que é advogado e pré-candidato a prefeito pelo Podemos e conhece bem o modus operandi da velha política, alertou a população de Barra do Garças.  

“O governo do presidente Bolsonaro está fazendo sua parte, o dinheiro chegou”, disse ele. “Hoje, quarta-feira (10), foi creditado na conta da prefeitura mais de R$ 4 milhões de ajuda do governo federal para o município (enfrentar a covid-19). Estamos aqui, como cidadão, para dizer ao prefeito que queremos transparência, queremos saber o que vai ser feito com esse dinheiro, queremos prestação de contas”.

O pré-candidato a prefeito acrescentou que a ajuda do governo federal a Barra do Garças vai chegar a R$ 17 milhões. “Queremos saber como será aplicado esse dinheiro, queremos transparência e prestação de contas”, cobrou Saggin.

A legislação determina que todos os gastos com a covid-19 tenham ampla e clara publicidade.  

O gestor que tentar maquiar números, esbanjar o dinheiro público ou aplicar em obras, serviços ou na aquisição de produtos não essenciais ao combate a covid-19 pode ter sérios problemas com o MPF e com a PF. Fica o alerta.

Assista o vídeo:

      

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