Da Redação
A Bronca Popular
A violência no trânsito mata, incapacita trabalhadores e destrói famílias. Sobrecarrega hospitais, UPAs e prontos-socorros. Mobiliza diariamente o SAMU e o Corpo de Bombeiros. O custo social é alto e contínuo.
Apesar disso, o tema segue à margem do debate político. Há um silêncio quase cúmplice diante das vidas perdidas no asfalto. Nesse cenário, ações efetivas tornam-se ainda mais necessárias.
A Associação de Vítimas de Acidente de Trânsito e seus Familiares (AVAT) reconhece como imprescindível a determinação do secretário de Segurança, Coronel Roveri, de mobilizar forças policiais e intensificar a Operação Lei Seca para reduzir a violência no trânsito em Cuiabá, Várzea Grande e nas demais cidades de Mato Grosso.
A Lei Seca deixou de ser apenas fiscalização. Consolidou-se como instrumento de proteção social e segurança pública. Sob a liderança de Roveri, ganhou intensidade, integração e propósito claro: salvar vidas, retirar criminosos de circulação e enfrentar a impunidade.
A operação é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, por meio do Gabinete de Gestão Integrada. Reúne BPMTran, Deletran, Semob, Detran, Politec e Corpo de Bombeiros.
Os resultados vão além das estatísticas. Motoristas alcoolizados, veículos irregulares e indivíduos com pendências criminais são afastados das ruas. A presença do Estado inibe condutas perigosas e reforça a responsabilidade coletiva.
Roveri pauta a SESP com foco na vida, na paz social e no enfrentamento da violência no trânsito
Críticos do rigor da Lei Seca demonstram pouca empatia com vítimas e familiares. Roveri pauta a SESP com foco na vida, na paz social e no enfrentamento da violência no trânsito.
Essa bandeira precisa ecoar nas câmaras municipais, na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Segurança pública também se faz no volante.





