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POLÍTICA Terça-feira, 01 de Junho de 2021, 16:52 - A | A

01 de Junho de 2021, 16h:52 - A | A

POLÍTICA / NA MIRA DA ESQUERDA

Homofobia: esquerda ataca Cattani para atingir Bolsonaro; ‘nunca usei de violência contra mulher ou homossexuais’

Edésio Adorno
Tangará da Serra



O deputado conservador Gilberto Cattani (PSL) tem sido vítima de constantes ataques virulentos, tanto da esquerda, quanto de seus tentáculos espalhados nos chamados movimentos sociais. É um parlamentar, recém-chegado na ALMT, que sofre patrulhamento ideológico e político.  

As carpideiras de plantão conseguem transformar em polêmica e até em escândalo qualquer frase dita pelo pequeno produtor rural que destoa do discurso do discurso padronizado dos chamados progressistas.  

Mas Cattani não é afrontado e nem vítima de vitupérios orquestrados pela esquerda e seus loquazes porta-vozes apenas por ser Cattani. A ira flamejante dos membros da seita do lulopetismo se acende contra o que ele acredita e defende, que é o governo do presidente Jair Bolsonaro.  

A esquerda ataca Cattani para atingir Bolsonaro, enfraquecer seu governo e assim tentar abrir caminho para o imaginário retorno de Lula à presidência do Brasil. Perda de tempo!   A mais recente, porém, não a última, porque essa gente não desiste nunca de ofender e achincalhar a honra alheia, foi atribuir falsamente a Cattani o crime de homofobia.  

Ontem (31), a vereadora Edna Sampaio (PT) escreveu em sua página no Facebook: “Amanhã, na Câmara de Cuiabá duas pautas sem noção: tramitação do projeto da primeira escola cívico-militar do município e, o vereador Wilson Quero Quero apresenta moção de aplausos ao Dep. Cattani. Aquele homofóbico defensor da escola sem partido. Passa lá e deixe seu recado”.  

Na postagem da vereadora Lulista, um exemplo de irresponsabilidade, de açodamento e de falta de apreço para com o dever de honestidade intelectual. Sem nenhum lastro probatório, Sampaio atribui a Cattani a prática do crime de homofobia e o condena no tribunal da inquisição ao se referir ao parlamentar como “aquele homofóbico”.  

Atribuir falsamente a alguém a pratica de crime, segundo o Código Penal (Artigo 138) é crime. A mensagem da vereadora, além de configurar calunia, ainda estimula seus seguidores a promoverem linchamento moral do deputado bolsonarista. Sampaio será acionada no Conselho de Ética da Câmara de Cuiabá?  

De acordo com publicações disponíveis na internet, homofobia significa aversão irreprimível, repugnância, medo, ódio ou preconceito que algumas pessoas ou grupos nutrem contra os homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.  

A homofobia é considerada um tipo de intolerância, assim como o racismo, o antissemitismo e outras formas que negam a humanidade e dignidade às pessoas.  

Gilberto Cattani é casado, pai de família, cristão, conservador, militante de direita e bolsonarista. Criticá-lo por posicionamento de natureza política e ideológica é uma coisa e um direito de quem pensa diferente. Agora, tentar colar nele a pecha de homofóbico é pura desfaçatez e maldade dessa turminha da esquerda.        

Cattani não tem histórico de violência doméstica, de agressão a mulher ou a homossexuais. Sua história de vida foi construída em cima do respeito a dignidade da pessoa humana. É um pacifista por natureza. O indivíduo homofóbico é aquele que demonstra aversão irreprimível, repugnância, medo, ódio ou preconceito contra os homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais.

Em pronunciamento, da Tribuna da ALMT, o deputado comentou sobre a onda de ataques e ofensas a que se tornou vitima nas redes sociais. Um movimento organizado e patrocinado pela esquerda de MT.

   

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